quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ignorar

Tenho ignorado os meus sentimentos para que possa subreviver, tem sido uma luta constante contra a dor e o vazio no meu peito. Tenho evitado ao máximo a penetração dos maus pensamentos, sentimentos e das lágrimas. Se deixar esta dor entrar, sei que ira ser o meu fim.
Não sei bem o que pensar e muito menos o que fazer, tem sido também uma luta contra os prós e os contra dos sentimentos. Uns dizem-me para fazer algo e que os outros me dizem para não fazer, acabo sempre por não fazer nada, não ligar a nada e ficar na minha própria paz, aquela que pouco tenho e sei que em breve ira desaparecer. Com o tempo vai-se tornar dificíl, o que está errado pois deveria tornar-se facíl. Tenho medo de chegar ao ponto de voltar a entrar naquelas extânses, porque apartir daí estou totalmente perdida, totalmente destruída.
Destruía é algo que eu sei que esyou, não por completo, mas a minha alma está corrumpida, desgastada, fraca... Não sei quanto tempo mais isto vai durar.
Tenho tentado pensar sobre tudo, mas quanto mais penso menos sei o as atittudes que devo tomar.
Não quero voltar a sentir-me nada, não quero voltar ao passado. Não quero fazer desta grande dor o meu fim.
Tenho tanta esperança e ao mesmo tempo não a tenho. Não é só isso, o pior é que me tenho que tornar fria, cruel e insensível para poder ganhar esta guerra caso contrário, a minha bondade vai-me levar mais rápido à minha destruíção.

domingo, 8 de setembro de 2013

Ciclo negro

Já não me lembrava que o vazio podia ser tão forte dentro do meu peito, que a dor me podia penetrar tão profundamente no coração. Costumava sentir-me assim constantemente, mas depois de ter um momento de felicidade escapou-me como me deveria comportar, as atitudes que devia tomar. Não sei como irei aguentar, parece tudo tão irreal, um nova fase escura da minha vida.
Não consigo entender como é que a dor pode ser tão grande, que eu sei que por este caminho vou chegar ao ponto de não sentir nada. Vou chegar ao ponto de ser fria, cruel!
Eu lembro-me de pequenas passagens marcantes do passado, lembro-me de me sentir absolotamente nada, mas não consigo sentir-me como tal, não neste momento, o que me assusta é o que vem mais tarde, todos esses maus sentimentos, todo o ódio sobre mim própria.
Afinal sempre estava destinada a isto, este ciclo impossível de quebrar.